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Jefferson Nascimento
Teresina (PI)
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Jefferson Nascimento
Comentário ·
há 7 anos
As 10 maldades previstas na reforma da previdência
VALTER DOS SANTOS
·
há 7 anos
Não há prova nenhuma dessa "cenário apocalíptico", ao contrário, existem estudos que demonstram o contrário. Fala de Venezuela, mas estamos mais próximo de virar uma com o Bolsonauro que com qualquer outro presidente.
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Jefferson Nascimento
Comentário ·
há 8 anos
STJ decide que salário pode ser penhorado quando valor do bloqueio for razoável
Jota Info
·
há 8 anos
Justa para o caso especifico da servidora. Os problemas são: maior parte da população recebe bem abaixo desse valor, nem todo calote é 'não pode pagar não compra' e há leis que determinam impenhorabilidade do salário e essas decisões deveriam garantir segurança jurídica e, ao menos para outros cidadãos ainda vivemos em um Estado de direito.
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Jefferson Nascimento
Comentário ·
há 10 anos
Ganhei uma amostra grátis, mas está com defeito. O que eu faço?
Ian Varella
·
há 10 anos
"Como compreende a ética aristotélica, o excesso não é bom, seja um excesso que penda para o bem ou para o mal.", e o excesso de achismo? Joguem fora as leis, registros históricos etc e vamos todos nos basear no puro e simples "eu acho".
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Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário ·
há 10 anos
Comentários sobre a decisão do STF que reconhece a união estável entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar
Mariana Segatti
·
há 10 anos
O conceito de família sempre mudou na história humana. Por exemplo, já que os evangélicos e católicos sempre falam em Deus, no próprio atestamento [antigo] os homens poderiam casar com mais de uma mulher. Ora, a poliafetividade já era praticada. Na Idade Média, a Igreja Católica proibiu o casamento poliafetivo — na realidade, de afetivo não tinha nada, já que os casamentos era arranjados para se conseguir mais poder aos reis —, pois, assim, caso o rei não tivesse nenhum herdeiro as terras ficariam para a Igreja. A poliginia e a poliginia eram praticadas largamente na humanidade.
Entendo que a entidade familiar deve se basear no amor pleno entre cada ser humano, sem os interesses egoísticos comuns. A formação familiar deve se basear no amor, no respeito, na amizade, na solidariedade. Muitas uniões se fazem pela ilusão de que a vida sempre será um mar tranquilo: não há doenças, as pessoas não engordam, ou emagrecem, não perdem empregos etc.
Nessa ilusão, os relacionamentos são superficiais e se desfazem a primeira onda. Há um conceito de que a poliafetividade e a homoafetividade vá transformar o planeta num bordel, que familiares cometerão incestos. Ora, na história humana o incesto jamais fora praticado como regra. Os próprios agrupamentos humanos, em todos os lugares do orbe, não permitiam casamentos ou uniões consanguíneos, já que os resultados eram desastrosos. A poligamia era permitida por questões diversas, desde proteção, divisão de tarefas.
As regiões ocidentais quiseram castrar o ser humano, literalmente, porém jamais lograram resultados positivos. Na esteira da castração, as leis dos homens também quiseram castrar, mas o adultério sempre preencheu os tribunais. Enfim, a hipocrisia deve acabar. Todos devem ser livres para escolher o tipo de família que quiserem. Cabe ao Estado proteger os integrantes familiares de forma que não aconteçam violações à integridade física e emocional de cada integrante. A Lei Maria da Penha, por exemplo, tem evoluído quanto na proteção familiar, tanto aos homens quanto às mulheres, indiferentemente de suas opções sexuais. É isso que interessa.
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Sobralmatematica Sobral
Comentário ·
há 10 anos
PEC nº 106/15: alguém discorda da redução do número de parlamentares?
Gabriel Marques
·
há 10 anos
Não consegui fazer uma análise adequada da PEC e fico preocupado, aliás, preocupam-me sempre as "emendas constitucionais" que acho que deveriam ser muito vigiadas pela população como um todo. Afinal o Congresso, Senado e Câmara, não foram eleitos para mexer na Constituição, o que vivem fazendo, e o fazem para atender a interesses que não são da maioria da população. Foi por isto que tivemos um Congresso constituinte, para redigir a Constituição que, sabiamente, deixou a possibilidade de emendas porém sem o cuidado de garantir uma vigilância mais ampla da população sobre as mesmas. Agora, há uma aparência de economia de recursos com a redução dos deputados e senadores, quando, na verdade haveria outra redução de recursos que poderia ser mais efetiva e tem sido a tônica de nossa insatisfação com o Congresso que com os gastos gerais e perdulários que ali são feitos, estes, sim, significativos e importantes que fossem diminuídos e, certamente, se estes gastos perdulários fossem cortados de modo que cada parlamentar custasse apenas o seu salário (sua contribuição mensal) e talvez um coeficiente 1, quero dizer, mais outro tanto, para as despesas do seu trabalho (pagar assessores e os demais gastos) aí, sim haveria um economia significativa. Reduzir em 1/3 os deputados representa um risco para que as minorias fiquem ainda menos representadas e portanto um reforço para os chamados "grandes partidos" o que é terrivelmente antidemocrático. Haveria que se pensar mais profundamente nesta questão e certamente tirar-lhe a etiqueta de economia que é uma falsa etiqueta.
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Jadson Jesus
Comentário ·
há 10 anos
Ministro do Supremo Marco Aurélio Mello cometera “crime de responsabilidade”?
Leonardo Sarmento
·
há 10 anos
Triste com a queda do nível das postagens neste fórum, reconhecido nacionalmente pela sua seriedade e notícias do âmbito jurídico, principalmente.
Uma país que tem Gilmar Mendes no judiciário e teve Joaquim Barbosa, envolvido no escândalo nível mundial do Panamá Papers, advinha qual juiz é criticado? O Marco Aurélio. E o pior, não é no blog da Veja ou outra golpista. É num site que é frequentado em sua maioria por advogados
Lamentável...
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