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Sérgio Henrique da Silva Pereira, Jornalista
Sérgio Henrique da Silva Pereira
Comentário · há 2 anos
O conceito de família sempre mudou na história humana. Por exemplo, já que os evangélicos e católicos sempre falam em Deus, no próprio atestamento [antigo] os homens poderiam casar com mais de uma mulher. Ora, a poliafetividade já era praticada. Na Idade Média, a Igreja Católica proibiu o casamento poliafetivo — na realidade, de afetivo não tinha nada, já que os casamentos era arranjados para se conseguir mais poder aos reis —, pois, assim, caso o rei não tivesse nenhum herdeiro as terras ficariam para a Igreja. A poliginia e a poliginia eram praticadas largamente na humanidade.

Entendo que a entidade familiar deve se basear no amor pleno entre cada ser humano, sem os interesses egoísticos comuns. A formação familiar deve se basear no amor, no respeito, na amizade, na solidariedade. Muitas uniões se fazem pela ilusão de que a vida sempre será um mar tranquilo: não há doenças, as pessoas não engordam, ou emagrecem, não perdem empregos etc.

Nessa ilusão, os relacionamentos são superficiais e se desfazem a primeira onda. Há um conceito de que a poliafetividade e a homoafetividade vá transformar o planeta num bordel, que familiares cometerão incestos. Ora, na história humana o incesto jamais fora praticado como regra. Os próprios agrupamentos humanos, em todos os lugares do orbe, não permitiam casamentos ou uniões consanguíneos, já que os resultados eram desastrosos. A poligamia era permitida por questões diversas, desde proteção, divisão de tarefas.

As regiões ocidentais quiseram castrar o ser humano, literalmente, porém jamais lograram resultados positivos. Na esteira da castração, as leis dos homens também quiseram castrar, mas o adultério sempre preencheu os tribunais. Enfim, a hipocrisia deve acabar. Todos devem ser livres para escolher o tipo de família que quiserem. Cabe ao Estado proteger os integrantes familiares de forma que não aconteçam violações à integridade física e emocional de cada integrante. A Lei Maria da Penha, por exemplo, tem evoluído quanto na proteção familiar, tanto aos homens quanto às mulheres, indiferentemente de suas opções sexuais. É isso que interessa.
Sobralmatematica Sobral
Sobralmatematica Sobral
Comentário · há 2 anos
Não consegui fazer uma análise adequada da PEC e fico preocupado, aliás, preocupam-me sempre as "emendas constitucionais" que acho que deveriam ser muito vigiadas pela população como um todo. Afinal o Congresso, Senado e Câmara, não foram eleitos para mexer na Constituição, o que vivem fazendo, e o fazem para atender a interesses que não são da maioria da população. Foi por isto que tivemos um Congresso constituinte, para redigir a Constituição que, sabiamente, deixou a possibilidade de emendas porém sem o cuidado de garantir uma vigilância mais ampla da população sobre as mesmas. Agora, há uma aparência de economia de recursos com a redução dos deputados e senadores, quando, na verdade haveria outra redução de recursos que poderia ser mais efetiva e tem sido a tônica de nossa insatisfação com o Congresso que com os gastos gerais e perdulários que ali são feitos, estes, sim, significativos e importantes que fossem diminuídos e, certamente, se estes gastos perdulários fossem cortados de modo que cada parlamentar custasse apenas o seu salário (sua contribuição mensal) e talvez um coeficiente 1, quero dizer, mais outro tanto, para as despesas do seu trabalho (pagar assessores e os demais gastos) aí, sim haveria um economia significativa. Reduzir em 1/3 os deputados representa um risco para que as minorias fiquem ainda menos representadas e portanto um reforço para os chamados "grandes partidos" o que é terrivelmente antidemocrático. Haveria que se pensar mais profundamente nesta questão e certamente tirar-lhe a etiqueta de economia que é uma falsa etiqueta.

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